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Comércio Informal estima que já caíram 40% das vendas, maio tem queda mais acentuada 2001

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O mercado vive crise forte em 2015, enquanto um de nossos clientes cresceu mais 30% no mês passado.

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Vídeo com link externo para o G1

 

Fonte G1

A freada no consumo brasileiro, símbolo de ascensão social e crescimento da economia nos últimos anos, atingiu fortemente o comércio, que sofreu forte baque em maio, quando as vendas 0,9% abaixo de abril. Segundo dados do IBGE, é a queda mais acentuada para um mês de maio, desde 2001.
No acumulado de 2015, o varejo vendeu 2% menos do que no mesmo período do ano passado.
Desde fevereiro, o varejo exibe números negativos e nem mais as promoções parecem funcionar.
“Os móveis do sonho… Mas com preços que cabem no bolso”. Assim, uma loja de decorações em São Paulo tenta afugentar a crise.
Tem sido assim até no comércio popular Brasil afora. O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Informal estima que já caíram 40% desde o ano passado as vendas na área no Recife conhecida como camelódromo. Os vendedores apelam para promoções, mas parece que elas não estão resolvendo muito.
Em um dos principais shoppings populares de Belo Horizonte, o consumidor desapareceu, mesmo com produtos baratinhos. Os lojistas dizem que está difícil até pagar o aluguel.
Em São Paulo, na esquina da Rua 25 de Março com a Ladeira Porto Geral, uma das mais famosas do comércio de rua, ainda tem muita gente indo às compras. Mas não se engane: quem vem agora sabe que as coisas não são como antes. Algumas lojas sentiram ainda mais a queda nos negócios. É o caso de uma que vende produtos de casa e decoração, onde do ano passado para cá as vendas despencaram até 30%.
Para o economista Jaime Vasconcellos, da Fecomercio, o brasileiro está sem dinheiro para gastar mesmo. “Reflexo direto do aumento da inflação, na taxa acumulada nós temos uma inflação de mais de 9% ao ano, e também do aumento sucessivo das taxas de juros que encarecem as linhas de crédito ao consumidor”.

Fonte G1

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